28 de jul. de 2007

Renato


Grande guitarrista, o Renato é um cara apressado até para tocar, "acelerou muito Renato!", essa é a frase mais escutada por ele, e mais pronunciada por nós, instrumentistas da Lex, e pelo Luis nosso exímio produtor VIP no momento. Mas falando do Re, não há muito o que dizer, o garoto sabe tocar muito e além de tudo é inspirado, contagiante e sempre presente na vida dos amigos, eu amo esse cara!!!
Ele e eu somos os mais entusiasmados em obter sucesso nessa banda, enquanto os outros brincam de Magic, nós fazemos música, e isso é o que mais admiro nesse rapaz, afinal nós somos a Lexterminatus!!!!!

Quero ser

Click para ouvir a música!!!!

27 de jul. de 2007

Não é à toa que é a MELHOR



Essa escola tem história na minha vida!!!
Não vou contar tudo o que já aconteceu na minha vivência na Freelight, mas vou contar minha primeira lembrança para iniciar essa postagem. Eu tinha 13 anos, acabado de ganhar um violão Digiorgio da minha tia Beth e chegamos na Freelight para marcar aulas de música; na escola eu conheci o Luis que se apresentou sorrindo e me apresentou ao professor de violão, o Dico, este me fez a seguinte pergunta: "Você quer aprender violão ou guitarra?", ahhh pra quê? a resposta foi óbvia. Nas primeiras semanas de aula aprendi alguns acordes e escalas que praticava incansavelmente em casa no meu violão, bom inútil dizer que minhas notas na escola caíram muito, e quase que sou punida com o fim das aulas de música, mas minha tia era muito generosa e acabou montando um horário fixo para meus estudos.
Com o tempo fui conhecendo cada personagem da Freelight, o Mi, a Roberta, o Lucas, o Amauri, bom, fui me sentindo em casa, as horas mais felizes da minha adolescência eu passei na Freelight, conversando com o Luis, com o Dico, enfim, com a turma toda, fazendo planos para tocar, montando banda, acabei convencendo todos os integrantes originais da Lexterminatus a fazerem aulas de música na Freelight. Tenho uma paixão especial por cada pessoa dentro da escola, com certeza eu poderia ter aproveitado mais, mas minha preguiça não permitiu. Conheci meu "paizão", o Dico, a quem amo muito e para quem já contei grandes segredos e já pedi muita ajuda. Amo a Freelight, amo cada ser intrépido dentro desta escola, e nunca quero deixar de fazer uma visitinha de vez enquando, mesmo não morando mais em Lins.
Freelight, amo vocês!!!!

Luis

Essa cara sabe o que faz e está perdido em Lins hehehe!!!
Nossa tudo que temos até agora são lembranças dos aproximadamente, dez anos em que estive com esse maluco viciado em tecnologia e grande dominador das maravilhas eletrônicas que vão surgindo, como disse o Renato "O mágico".
Não só ele criou as partes do teclado nas nossas músicas, como também sempre elogiou nosso trabalho. Esse cara acreditou em mim quando eu estava pensando em desistir dos meus sonhos por falta de talento, mas graças a pessoas como o Luis ainda existe a Lexterminatus. Pode não existir para o mundo , ainda, mas existe para nós da banda , para nossos amigos e para a Freelight! A sinceridade do Luis sempre me assustou um pouco, porque eu pensava muito antes de mostrar uma música composta por mim para ele, imaginava ele dizendo; "Não vai dar certo, você não é boa o bastante, tem que estudar muito ainda para poder fazer algo decente", porém toda música que apresentei a ele foi recebida com incentivo e elogios, além de críticas construtivas e opiniões de quem realmente entende de música. Valeu Luis!!!!
Um grande OBRIGADO da Mari e da Lex!!!

Mais um dia de estúdio!!!

Mais um dia na Freelight trabalhando muito, bom quem mais trabalha é o Luis né, mas a gente assiste!!
Falando sério, essa tem sido uma experiência única na minha e tenho certeza de que na vida do povo da Lexterminatus também. Somos apenas crianças tentando seduzir a melodia do destino, transformar nossos sentimentos em inspiração. Eu particularmente, estou encantanda com todo o apoio e incentivo que estamos recebendo da nossa eternamente escola de música Freelight. Estamos todos muito gratos, se tudo der certo agradeceremos em público esse carinho todo que temos recebido.

22 de jul. de 2007

É sempre um prazer muito grande voltar a sentir os acordes tocando a alma, cada nota, cada tempo, cada intervalo sonhado, pensado, sentido e colocado em uma nova canção, uma nova paixão, pode ser que essas canções nunca cheguem a ser ouvidas por todos, por muitos, mas foram feitas com carinho, com amor, com inspiração. Um dia essas palavras cantadas, essas melodias criadas serão apenas a trilha sonora de uma vida.

19 de jun. de 2007

O que faz da imagem refletida no espelho transformar-se em aberração, monstro, o que provoca a repulsa do próprio ser refletido? É a mentira que carrega na consciência, o medo de não poder ser mais a estranha criatura que no vazio da solidão permanece oculta, perdida na sociedade contemporânea, moderna, veloz, apressada. Ser apenas mais uma alma alucinada na amargura de fazer parte da massa, insignificante.
Essa imagem impura que o espelho revela diante do verdadeiro ser é a imagem que tentamos esconder. Que imaginação tão fértil criou tal reflexo? Ao ler o jornal e identificar-se com os corruptos, ladrões e assassinos e perguntar-se; "serei eu capaz de tamanha maldade? Poderia eu tirar uma vida? Roubar inocentes, ser escravo da luxúria?" E o que acontece quando repondemos "sim"? Estamos sendo honestos com nossas próprias personalidades infames?
Pagamos caro por erros cometidos no passado e repetindo-os no presente, tem gente que nunca aprende. Pecados derivados do tédio, um tédio que persegue, enlouquece, mata. O que faz da imagem refletida no espelho uma aberração? É verdade sendo exposta diante da mentira que foi criada para sobreviver na sociedade massificada, ser, enfim, um indivíduo normal é apenas transformar o anormal em sombra e viver sufocando sentimentos reais, porque demonstrar medo é coisa de covarde, a sensibilidade é frescura de quem pensa amar demais, de quem ama pensar demais.

2 de abr. de 2007

Estamos no limiar do conhecimento, toda informação contida, toda teoria, toda hipótese de uma tese assimiladas por nós, alimenta o desbravodor que há em cada um, o pesquisador, o curioso, o chato que sempre pergunta: por que?
Por que isso acontece? Por que estamos aqui? para que estamos aqui? Por que lutar? Por que estou aprendendo isso? e finalmente chegamos no "como", como usarei isso para meu próprio crescimento e para o fortalecimento dos valores morais da sociedade? Como serei útil para o mundo com todo o conhecimento que adquiri?
Não sei ainda, penso muito, mas ainda não sei, estou buscando uma razão para ser o que sou, e ser melhor, ser mais, ter valor. Vozes na minha mente dizem que meu valor é inexistente, essas vozes já me dominaram um dia, mas hoje, sou eu quem está no controle, hoje eu acredito que há um valor, há uma esperança, há um porque, há uma missão designada para mim e para cada um de nós.
Minha doença se posso chamá-la assim, é apenas mais uma expiação pela qual preciso passar, sem desistir, sem deixar-me dominar pelo medo, pelo desespero, pela raiva.
Sou um ser pensante, e continuarei a sê-lo, mesmo que me digam , um dia, que tudo não passou de ilusão, talvez seja assim que devemos viver, das ilusões, porque sonhando criamos objetivos a alcançar, trazemos à vida cores, valores, deixamos nossas marcas e seremos sempre lembrados com amor, porque fizemos nossa história com paixão.Só sabe viver quem sabe se apaixonar, mas não deixa que essa paixão o domine, mas guie o caminho, sabe ouvir, sabe falar, escrever, viver, sempre em busca de novas histórias, novos caminhos, novos capítulos, sem medo, e se derem uma brecha deixamos de lado também o pudor, pudor é para os caretas, vamos celebrar a rebeldia da massa, uma massa inteligente, uma massa que foi criada para contextar, para enfrentar, para participar ativamente de uma sociedade carente. Não sejamos o homem da multidão de Poe, não procuremos sempre uma nova multidão porque perdemos nossa identidade, mas sejamos sempre amantes da razão, da personalidade sem temer os sentimentos, sem sufocar emoções. Sejamos todos seres apaixonados.

15 de mar. de 2007

Esse é o Rafa, meu grandioso amigo, meu companheiro, meu vampirinho... estou com saudades rafa... te amo muito

12 de mar. de 2007

minha vida começa agora

Estou no limiar das ilusões, a realidade vai se transformando, mudando, imitando os sonhos que jamais acreditei que fossem um dia se realizar, mas aqui estou , fazendo minha história, contando meus passos, disperdiçando momentos, mas enfim, vivendo.
Moro em um lar de amor e compreensão, sobrevivo Às mazelas que me afligem escrevendo com paixão, descrevendo o feio, eu enalteço o belo, mais bela é a verdade de estar finalmente vencendo. Na morte encontro o mistério a ser resolvido, mas na vida encontro o amor a ser sentido, experimentado , explorado, um veneno poderoso e bom para as almas que perderam a esperança, leio tudo , filosofia, biografias, aventuras, terror, romances, contos, poesia, e é isso o que eu quero ser, formadora de cultura, testemunha do fantástico, e minha vida começa agora.

6 de mar. de 2007

As vozes me rodeiam, como abutres famintos pela carne putrefata, elas anseiam por uma oportunidade de derrubar o muro do otimismo que tento construir. Terminar minha vida em uma eterna alucinação? Não, isso é impossível, é perder a dignidade. Não temo a loucura pois admiro os loucos por sua pureza, seus sonhos...
Faço perguntas a mim mesma sobre a veracidade dos meus desejos, sobre a vontade. Tenho muitras vontades, vontade de voar, ser imortal nas palavras, ser alguém a quem não digam que a vida passou por ela, mas que passou pela vida, que viveu.
Álvaro de Campos

Ah, Onde Estou

Ah, onde estou onde passo, ou onde não estou nem passo, A banalidade devorante das caras de toda a gente! Ah, a angústia insuportável de gente! O cansaço inconvertível de ver e ouvir!
(Murmúrio outrora de regatos próprios, de arvoredo meu.)
Queria vomitar o que vi, só da náusea de o ter visto, Estômago da alma alvorotado de eu ser
...

Tenho vontade de fazer poesia, casar melodia , juntar as palavras, brincar de inventar, criar, sonhar, poder fazer o que eu quiser, ser livre, ser amante, ser amada, ser, simplesmente, ser. Ser gente, mas não gente entediada, gente que busca inspiração que faz do tédio uma canção, que faz da angústia uma oração, quero ser gente que um dia se possa dizer que deixou para trás , não a morte, mas uma vida e essa vida eu estou construindo.

1 de mar. de 2007

liberdade

Enfrento os dias vazios, sem pensar por um segundo que a vida pode perder sua essência no abismo do absurdo. Escrevo textos e mais textos com alma, minha alma, doente, pobre, sedenta por novos desafios, o mundo é cheio de tragédias, quero encontrar a esperança. Ser triste é não poder sentir, não poder viver, viver além da vida, ser imortal, nas palavras escritas, na musicalidade da melodia composta com amor , paixão, ódio, desespero, sentimentos intensos que nos fazem perder a razão. Escrevo para aliviar a dor, para deixar vestígios, para ser imortal, quando a morte vier, tudo fará sentido. Serei levada devolta à infância, terei novamente a inocência de ser feliz, de contemplar a beleza do mundo, sem esquecer que o mundo é imperfeito, mas com coragem eu posso mudá-lo, transformá-lo, inverter valores, decidir sentenças, ser livre....

27 de jan. de 2007

VIVENDO

Vivo de paixões, de emoções intensas, profundamente marcantes, que por vezes deixam cicatrizes, dores. Vivo de sentimentos inebriantes, que causam vício.
Fantasiando a realidade é que eu sobrevivo aos momentos de tédio e não sei mais o que faz ou não sentido na vida. Perco o sono pensando nas pessoas que amo, as que vivem e as que já viveram. Primeiro penso nos que me deixaram, nos pedaços de vida que dividimos, nas pequenas brigas, na grandeza da esperança, nos minutos de silêncio, nas horas de entretenimento, paz, discussão, contemplação...Então penso nos que ainda vivem, a inocência da dúvida, a culpa de palavras gritadas , sussurradas inpensadamente jogadas na atmosfera. Penso nas chances que tive de provar que sou capaz de viver minha vida e experimentar o mundo, disperdiçadas em crises sem razão. Sou eu quem vive, e o tempo é curto, os dias parecem longos, mas passam rápido demais.
Quero provar que estou aqui para viver muito e não morrer aos poucos.

5 de dez. de 2006

Tio Jairo

Nem uma foto eu tenho para levar comigo a vida que resplandecia em seu olhar. Perdi um amigo sem conhecer metade do brilho que trazia sua companhia, perdi uma família. As lembranças são poucas, escassas, mas o suficiente para me fazer chorar, chorar por um tio com quem eu nunca pude compartilhar alegrias, idéias, canções, emoções, vida. E a saudade, é apenas a saudade etérea do fato de que o nunca agora é real, nunca sentirei o calor de um abraço seu, nunca canterei a seu lado músicas ancestrais, nunca ouvirei sua risada das piadas, das palhaçadas, nunca sentirei o carinho de um beijo , o amor em um gesto, a ternura de um toque.
Por motivos tão banais dividimos tão pouco, éramos duas pessoas ligadas pelo sangue, mas separadas pelas circunstâncias, em duas famílias diferentes. Foram momentos felizes os que passamos juntos, foram momentos que levarei comigo em meu coração para sempre, foram momentos em que o amor prevaleceu, foram momentos que nossos corações bateram no mesmo ritmo, mas foram poucos. Invejo meus primos por poderem lembrar de você ao ouvirem sua música favorita, ao olharem uma fotografia e lembrarem daquele dia que ficou registrado para sempre, ao assistir a um filme e saber que aquele era filme do qual você gostaria. Eu não fiz parte da sua vida, não tanto quanto eu desejaria, eu não fui parte da sua família, mas ainda assim sentirei saudade, uma saudade diferente, de momentos que passamos juntos, e de momentos que gostaria de ter estado a seu lado. Sentirei saudade da presença e da ausência. Sentirei saudade do tio que passou pela minha vida a marcou e nos deixou, sentirei saudade da família que se separou. Levo comigo seu sorriso, levo comigo o pouco que convivemos e deixo aqui meu adeus.

22 de out. de 2006

save me

"Agora eu vou cantar pros miseráveis, que vagam pelo mundo derrotados, para estas sementes mal plantadas que já nascem com cara de abortadas"

Quero ser alguém apaixonada, quero brincar de ser gente, quero morrer idependente, quero abrir um livro e sentir novamente o prazer edificante da primeira leitura de uma aventura.

Quero inventar meu estilo, quero matar o tédio, quero fazer mistério. Ser diferente, ser experiente. Quero divagar nas ondas da criatividade, quero me emocionar ao assistir a um filme. Estou na idade da loucura, procurando tratamentos alternativos, perdendo a esperança, chorando feito criança.

Faço apologia ao suicídio, porque sinto que meu momento está chegando. Faço música porque quero deixar alguma coisa para sempre, faço poesia porque sinto tanta coisa que não cabem num pessoa só... sentimentos desesperadores, que fazem com que eu me mate aos poucos... até que um dia não sobre nada...

16 de set. de 2006

Nada passa sem deixar rastros, memórias.
Foi testando meus limites que aprendi a viver, me destruindo, quebrando regras, esquecendo as leis.
Ninguém existe para ser esquecido, deixarei minha marca no mundo para aqueles que quiserem ver, para quem tiver sensibilidade para enxergar a beleza na morbidez, nas trevas. Vivo de vícios, na escuridão profunda de uma realidade tétrica, morfética.
Ninguém existe para ser esquecido, ficarão histórias, ficção ou não, os leitores decidirão.

7 de set. de 2006


Num sorriso, uma máscara, disfarçando as lágrimas que esqueci de chorar, não por vergonha, que olhem, não ligo, choro mesmo, sem pudor, sem embaraço, mas por fraqueza, por desprezo aos sentimentos que me invadem. Orgulho tenho apenas pelas palavras que escrevo, porque descrevo a beleza da dor, da saudade, da morte, escolhendo cada expressão, como se definir as emoções mais sombrias que dominam meu ser, pudesse aliviar a pressão de as possuir, em mim, a desilusão, com palavras pinto um espantalho.

amor e solidão

A solidão consolida seu domínio
Minha alma chora,
desesperadamente implora
por um fim, espera o extermínio.
Alienada, começo um novo dia
angustiada, concedo à dor um lar,
Sem paz, passo os dias a sonhar.
Imagens distorcidas, sem harmonia
Fazem parte da realidade destruída
Pelas vozes altivas da sobriedade.
Apenas morte falsa, fingida.

Morte do espírito, do tempo, da verdade.
Somente o amor permanece,
Mas logo o poder do sentimento evanece.

20 de ago. de 2005

O espelho

Faço de mim um reflexo
Preso em um espelho de ilusões.
Mágico espelho, que disfarça imperfeições,
Confunde a realidade, traiçoeiro, perverso, convexo.
Na virtualidade da imagem diminuta, perfeita,
A criatura que existe na realidade rejeita
A figura imperfeita, de falhas feita,
E prefere de sonhos, de fantasia
A aceitar seus defeitos e permitir-se viver na verdade.
O vazio que ainda o atormenta, este ser não compreende,
Pois vive de quimeiras e desconhece sua essência.

10 de jul. de 2005

A raiva me destróe, e ainda não encontrei a verdade em mim, quero chorar a dor que me inflama o espírito. Nas infindas viagens em que fui atraída aos abismos de uma alma atormentada, infernizada na solidão do desterro, os gritos de incompreensão e angústia perdem-se no silêncio da simulação. Embusca da inspiração, do ser e viver como sempre fui, versões de mim mesma, completamente desconhecida, alienada. E agora enfrentar uma realidade desfigurada, corrompida pelas exageradas visões da imaginação. A criatividade é um monstro que me roubou a essência e me transformou nessa figura indefinida que hoje sou, incapaz de ser e viver quem deveria ter sido.