28 de jul. de 2008

Not alone-lexterminatus

Prévia, uma carta a Paulinha

Neste fim de semana foi a primeira prévia da comenoesp em Cafelândia. Eu fui! Mas para ser mais sincera, eu não fui, não me entreguei ao encontro e me arrpendo por tudo. Apesar de ter mesmo feito amigos novos, pessoas interessantes que ainda não rechonhecia a existência, senti-me só. Vou falar de uma pessoa especial:
Paulinha, em meio a tantos problemas, seus e meus também, nos conhecemos, eu a conheci na Comenoesp de Tupã, ela nem sabia que eu existia, gostei de seu entusiasmo, liderança e dedicação, mal sabia eu da grandeza de seu coração. Antes da Comenoesp de Tupã eu estava mesmo pensando em deixar este mundo, a viagem de ida foi para mim um tempo para refletir sobre minha própria existência, eu não a reconhecia e não queria mais tentar. Mas chegando lá conheci a Paulinha, não fui ao seu encontro, observei de longe, como sempre. Mas me impressionei. Ao retornar da Comenoesp eu mandei um e-mail para a Paulinha parabenizando-a pela organização e realização do encontro, não pensei que haveria um retorno, mas houve, como eu disse para ela ontem mesmo, seu coração é tão lindo e grande que acolhe amigos e desconhecidos (eu). Começamos a trocar e-mails, ela me contava quando estava em crise e eu contava quando eu estava em crise ao mesmo tempo que tentava tirar forças para estar próxima de uma maneira meio distante em momentos de dor e desespero. Nos identificamos uma com a outra, e após inúmeros e-mails, finalmente tive a oportunidade de vê-la pessoalmente nesta prévia, e apesar dos calorosos abraços (3) que recebi e das incontáveis oportunidades de conversarmos, eu não me fiz presente e ela também não se aproximou, oportunidades perdidas...Mas teremos outras. Não vou me despedir, pois prometi a ela que não o faria... Paulinha se um dia vc chegar a ler isto, saiba que aprendi a ama-la e reconhecê-la como amiga próxima e distante, mais próxima de mim, mais distante da fria matéria que me envolve... Paulinha, sinto muito ter perdido oportunidades, sinto muito ser meio ou completamente, isolada do resto das pessoas. Prometo tentar mudar e nunca mais dizer adeus, estou aqui e aqui ficarei pelo tempo que me foi destinado desde que vc fique comigo também. Uma coisa que eu queria dizer; quando vc me abraçou e disse "minha amiga Mari" eu queria dizer "Não me deixe". Sempre que tiver um problema, eu estarei a seu lado, sempre que quiser sorrir, eu estarei lá para sorrir devolta, sempre que quiser chorar eu estarei lá para dizer que ainda sinto vc comigo e estou aqui. Paulinha, não me deixe!!!!!!! E mais ainda, Aproxime-se! Tudo o que tem a fazer é olhar para mim e dizer "Mari" só isso, e eu estarei a seu lado.
Abraços a todos da prévia, valeu Cafelândia e Vejo-os todos em Assis!

22 de jul. de 2008

Estou presa nesta história de depressão, não choro, não grito, não vivo, vou morrendo e perdendo a passagem das milhares de histórias que eu prefiro contar a vivê-las. Estou pedindo socorro, porque estou quebrada e continuo quebrando, há este lado muito sensível dentro de mim que quer derramar lágrimas e sangue se for preciso, para continuar a vida que começou ao nascer, mas que se interrompeu na morte, agora a morte me persegue, vou escolhendo palavras para transmitir pensamentos que nem eu mesma entendo, vou seguindo minha vida, sem chama-la de vida... é o fim, o meio e começo de um nada... nada ... nada que vem e vai. É minha alma que adoece e leva consigo meu coração, infectando-o com com a dor que sente sem saber o porquê... estou presa neste corpo que ainda não sei usar direito, pois nada do que eu peço para ele fazer ele se dispõe a faze-lo, como comer carne, ou chorar, pelo amor de Deus chore seria melhor do que esse olhar vazio...
chega!!!!!!!

pesadelos

Tenho tido muitos pesadelos, pessoas morrendo ao meu redor, pessoas especiais me deixando, o abandono é a pior solidão. Temo minha própria mente, temo ser eu, simplesmente um eu que ainda não encontrei, e já temo tanto, que prefiro não dormir.
Ao acordar, abro os olhos devagar e com cuidado,porque o mundo que me envolve pode ser os mundos de pesadelos ancestrais que me abraçam na escuridão. Não sei se prefiro dormir ou ficar vigilante. As noites são de angústia profunda, acordo de madrugada sem conseguir respirar e me inveredo por pensamentos tétricos de origem desconhecida que me levam ao terror noturno, não sei o que prefiro fazer da minha vida, estou morrendo ao invés de viver, as pessoas morrem em mim e eu morro aos poucos.
Todos os dias narro uma história qualquer em minha mente, e vou escrevendo para não perder a linha de pensamento, mas a perco mesmo assim, pois outros vêm a mente e não sei como controlar o impulso de não pensar somente em morte, estou definhando, esquecendo da vida, esquecendo do tempo, vagando ébria por negros bosques em mim, sou um espírito de luz? Já não sei o que é luz ou o que é escuridão, há apenas a penumbra.

11 de jul. de 2008

Ás vezes eu desapareço dentro de mim, me perco nos milhões de pensamentos que me atormentam e me inspiram. Desperdiço o tempo, passo horas na cama pensando e ouvindo outros cantarem suas dores e me identifico um pouco com suas palavras. Ouço música em todos os lugares, nasci na música e continuo nela, mas não sei voltar a mim. É na música que tento me encontrar, mas é nela que me perco. Há tanto a ser feito, tantos planos que uma vida só parece pouco para tanta coisa, mas vou vivendo e ao mesmo tempo morrendo, mais perto da morte do que qualquer outro que vive eu encontro paz no futuro que ainda há por vir, na existência de uma continuação da vida, na certeza de que não estou sendo abandonada por meus amores, apenas o destino nos separou por um tempo que me parece infinito.
Esqueço de agradecer quem me ajuda, mas estão sempre comigo, em pensamentos, em idéias, em espírito.
Hoje me sinto melancólica, cantando ao som de Rob Tomas, sem lágrimas, não aprendi a chorar, choro quando o mundo ri, mas ultimamente o mundo tem chorado mais pois em mim há muita frialdade dentro da matéria que não deixa o espírito se expressar. E vou perdendo a paciência, na escola da vida não tenho sido uma boa aluna.

28 de mai. de 2008

Não há nada pior do que o sentimento de vazio, é o não sentir nada além da dor de existir, o nada enfim de não poder simplesmente não sentir Nada.
FIco observando as pessoas mais felizes que eu e imagino o que elas têm que eu preciso ter também...
Mas tenho tudo do que preciso, tenho amigos, tenho família, uma família quebrada,no entanto é minha família.
Quero escrever sobre a tia Beth; ela foi uma pessoa especial na minha vida, e na vida de muitas outras pessoas, uma pessoa que foi iluminada, quem dera eu tivesse tal luz...
Mas perco as palavras ao escrever sobre o sublime.
Antes eu podia ouvir uma bela canção e chorar a perfeição, hoje não choro mais, e sinto falta das lágrimas... sinto falta de poder sentir algo além disso que sinto hoje cujo nome eu não sei. Talvez não exista denominação.

8 de mai. de 2008

Quadro da Ingrid

Para quem quer que seja

Não é sua culpa, também não é minha, esse dia estava na iminência de chegar...A saudade vem, mas é apenas isso, um sentimento que não pode ser descrito, nem apagado das lembranças de dias melhores, dias em que a vida parecia tão simples, dias em que a inocência pairava sobre nós, dias em que pensávamos poder mudar o mundo. Mas não posso ser mais ingênua, o mundo não irá mudar por mim, para mim ou através de mim, sou apenas mais uma das sonhadoras que por aqui esteve para aprender, e aprendi muito, com você e com todos que me rodearam e diziam que essa não era a saída, não havia resposta simples para a dor de existir.
Aqui deixo apenas minhas mágoas e deixo para o futuro um sonho de que tudo seja transformado, terei outras chances de mudar o mundo. Hoje, aqui, agora, eu digo adeus, adeus a quem fui, a quem tentei ser, a quem desejei um dia ser, mas que nunca realmente fui. Um adeus assim, simplesmente isso, um adeus, adeus à velha adolescência que eu desejava nunca ter fim. Adeus ao poucos, vou me despedindo dos que me amaram, dos que me odiaram, dos que nunca me conheceram, dos que não se importaram se eu existia ou não. Vou dando adeus aos poucos, a todos que tentaram. Não vejam isso como uma falha, apenas um projeto que foi interrompido.
Adeus!!!
Mika

30 de abr. de 2008

Carência

A carência de um abraço bloqueia as lágrimas que temem sair e expressar a dor que somente eu sinto, mas que por muito tempo outros já sentiram, que por muito tempo alguém ainda sentirá. Sou o espectro de mim mesma, um desenho inacabado da pessoa que quero ser... há divergências, um coração bom, ou um espírito egoísta?
Sou eu, em mim perdida. Mas não mais sozinha.

1 de jan. de 2008

A year to remember


Somos dotados de grande capacidade de engrandecer nosso círculo social, de aumentar virtudes e desconsiderar defeitos das pessoas que nos tocam o coração e de repente nos inspiram a sermos pessoas melhores, buscar sempre aquele sorriso para serenar transtornos, mesmo que os dias tenham sido de melancolia e saudade, de solidão e tristeza, mas aquele sorriso está sempre pronto para as pessoas especiais.
Em 2007 meus sonhos foram realizados, mesmo que ainda incompletos, conheci três grandes personalidades que merecem destaque na memória; é impossível colocá-los no top 3, porque exigiria uma classificassão, quando na verdade eles merecem ficar assim, lado a lado. Ingrid, o carisma em pessoa, um olhar que apaixona que faz reconhecer que há beleza no mundo para acalentar os corações mais tormentosos, mais sombrios e inseguros. Milton, o inspirador, o professor amigo, exigente, competente, companheiro, sempre buscando a perfeição nas mais complexas teorias. Denis, o substituto que virou titular; alegre, simpático, cujo sucesso em sua carreira despertou a ambição de seus pupilos, tagarela como todo professor deve ser, mas suas histórias foram e continuarão a ser um incentivo para quem quer vencer.
Enfim, os magos que enfeitiçaram a mente desses jovens aspirantes a jornalistas, pelo menos eu sei que enfeitiçaram a minha mente,o meu coração e minha alma. Este foi um ano para ser lembrado por estas pessoas e muitas outras, não tive a chance de dizer adeus a nenhum de vocês e vocês mereciam, mas saibam que não foi negligência, foi uma emergência que me fez partir assim, espero que um dia possam ler estas palavras e lembrar de mim e de todos os alunos da turma de jornalismo que aprenderam a amar cada minuto de convivência com cada um de vocês. Amo todos vocês!!!

11 de out. de 2007

Imagens

Nada faz muito sentido quando a depressão se aloja no coração. Talvez por amar demais, ou amar de menos, talvez por sentir demais e ao mesmo tempo não sentir nada, como não poder sentir um toque de carinho de alguém que amamos, não sentir o calor de um abraço quando o mundo parece desmoronar, não ter uma palavra de consolação e ouvir apenas o silêncio.
Imagens de uma vida de turbulências se esbarram nos sonhos, as brigas, as discussões, a carência de um ano longe de casa. Imagens de pessoas novas nas nossas vidas a quem aprendemos a amar muito e que talvez serão apenas lembranças o ano que vem porque a vida se transformou em algo fora do controle das ações e a dependência da caridade de outros nos mostra o quão impotentes nós somos, ainda, talvez não por muito tempo.
Pensamos em desistir, mas há pessoas que ainda acreditam que iremos vencer, talvez não as pessoas que nós gostaríamos que acreditassem em nosso potencial, mas outras pessoas que acabaram de entrar em nossas vidas e já trazem mais carinho do que aquelas que sempre nos acompanharam. Dividimos problemas, traumas, infortúnios, tristeza, desespero, dividimos também alegrias, momentos de descontração, momentos de risadas etéreas, eternas. Não somos uma pessoa só, somos várias, cada ser que conhecemos ao longo desta jornada deixaram uma parte deles em nós, somos compostos das melhores qualidades de quem tocou nossas vidas, somos compostos do amor que compartilhamos.

10 de out. de 2007

Finado

Hoje meu mundo está girando rápido demais, a respiração fica mais difícil, é preciso se segurar para não cair. Hoje minha vida está reclamando demais, reclamando dos infortúnios, do desespero de não ter certeza de onde estarei o ano que vem. Sei bem onde quero estar, mas não sei se lá estarei. Tenho pessoas que ainda acreditam em mim, no meu potencial, na minha inteligência, e gente que duvida que há alguma vida inteligente nesse corpo de 22 anos.
Coloquei o título de "finado" neste post porque talvez essa seja a situação do meu futuro, morto, destruído, quem sabe o porquê? Fui eu? Eu errei tanto nessa vida transviada, até drogas já usei, mas hoje pensei ser uma pessoa diferente, diferente da auto-destrutiva que fui no passado, diferente da egoísta que tenho sido até pouco tempo atrás, diferente da mimada, da "doente". Quando comecei a ter fé na vida, na felicidade, quando comecei a acreditar que ser feliz é realmente uma questão de paz de espírito, puxaram meu tapete, disseram: "Você é muito mais egoísta, você é irresposável, seu futuro depende muito mais de uma mudança radical em você". Pensei que essa mudança, aos poucos, havia acontecido, ou estava acontecendo, agora mais do que nunca; mas meu passado me persegue, serei sempre, aos olhos de minha querida e amada tia, a criança mimada, irresponsável, carente, egoísta e BURRA, daqui para frente só quem me conhece há pouco tempo jura que isso não é verdade, mas esas características são repetidas tantas vezes a mim que começo a acreditar nessa versão abominável do meu ser.

19 de set. de 2007

Pessoas novas, vida nova!!!!

É...nada vem para quem não tenta. Espero um dia ser uma pessoa melhor e ir além, com a ajuda das boas pessoas me cercam, preciso encontrar meu caminho, mas sozinha eu não consigo.
Quero já aqui, fazer uma homenagem às pessoas que fazem parte da minha vida, e a transformaram no momento em que nos conhecemos, começarei pela Ingrid que trouxe um novo significado às palavras inspiração e motivação,pessoa que me trouxe muita luz, e cujo sorriso ilumina a alma do mais triste ser, assim como o Mirtão, que me fez enxergar a teoria por trás da teoria e a inefável sensação de ser um ser pensante,continuo com meus novos amigos, Leonildo, seu sarcasmo seco e gélido é tão cômico como o humor mais negro que a própria escuridão, esse humor e genialidade, trouxeram para minha vida muita energia; meu amigo Marcelo que me fez enxergar além de mim, meu amigo Rodrigo H. que me fez encontrar uma nova pessoa, uma nova musicista dentro de mim, alguém que estava adormecida e que agora desperta, a Sarah, minha vizinha curiosa, quererendo sempre saber um pouco mais, estou aqui para ensinar também, e quero sanar suas dúvidas dentro da minha capacidade. Outras pessoas vieram para me fazer pensar mais nelas do que pensar o tempo todo em mim, essas pessoas são especiais, Rô, Vera, Alfredo, Carlos, pessoas incríveis,cada qual com suas visões particulares do mundo, adoro a todos vocês por me aceitarem e por enxergarem em mim mais do que eu enxergava em mim mesma... Amo vocês!!!!

28 de jul. de 2007

Renato


Grande guitarrista, o Renato é um cara apressado até para tocar, "acelerou muito Renato!", essa é a frase mais escutada por ele, e mais pronunciada por nós, instrumentistas da Lex, e pelo Luis nosso exímio produtor VIP no momento. Mas falando do Re, não há muito o que dizer, o garoto sabe tocar muito e além de tudo é inspirado, contagiante e sempre presente na vida dos amigos, eu amo esse cara!!!
Ele e eu somos os mais entusiasmados em obter sucesso nessa banda, enquanto os outros brincam de Magic, nós fazemos música, e isso é o que mais admiro nesse rapaz, afinal nós somos a Lexterminatus!!!!!

Quero ser

Click para ouvir a música!!!!

27 de jul. de 2007

Não é à toa que é a MELHOR



Essa escola tem história na minha vida!!!
Não vou contar tudo o que já aconteceu na minha vivência na Freelight, mas vou contar minha primeira lembrança para iniciar essa postagem. Eu tinha 13 anos, acabado de ganhar um violão Digiorgio da minha tia Beth e chegamos na Freelight para marcar aulas de música; na escola eu conheci o Luis que se apresentou sorrindo e me apresentou ao professor de violão, o Dico, este me fez a seguinte pergunta: "Você quer aprender violão ou guitarra?", ahhh pra quê? a resposta foi óbvia. Nas primeiras semanas de aula aprendi alguns acordes e escalas que praticava incansavelmente em casa no meu violão, bom inútil dizer que minhas notas na escola caíram muito, e quase que sou punida com o fim das aulas de música, mas minha tia era muito generosa e acabou montando um horário fixo para meus estudos.
Com o tempo fui conhecendo cada personagem da Freelight, o Mi, a Roberta, o Lucas, o Amauri, bom, fui me sentindo em casa, as horas mais felizes da minha adolescência eu passei na Freelight, conversando com o Luis, com o Dico, enfim, com a turma toda, fazendo planos para tocar, montando banda, acabei convencendo todos os integrantes originais da Lexterminatus a fazerem aulas de música na Freelight. Tenho uma paixão especial por cada pessoa dentro da escola, com certeza eu poderia ter aproveitado mais, mas minha preguiça não permitiu. Conheci meu "paizão", o Dico, a quem amo muito e para quem já contei grandes segredos e já pedi muita ajuda. Amo a Freelight, amo cada ser intrépido dentro desta escola, e nunca quero deixar de fazer uma visitinha de vez enquando, mesmo não morando mais em Lins.
Freelight, amo vocês!!!!

Luis

Essa cara sabe o que faz e está perdido em Lins hehehe!!!
Nossa tudo que temos até agora são lembranças dos aproximadamente, dez anos em que estive com esse maluco viciado em tecnologia e grande dominador das maravilhas eletrônicas que vão surgindo, como disse o Renato "O mágico".
Não só ele criou as partes do teclado nas nossas músicas, como também sempre elogiou nosso trabalho. Esse cara acreditou em mim quando eu estava pensando em desistir dos meus sonhos por falta de talento, mas graças a pessoas como o Luis ainda existe a Lexterminatus. Pode não existir para o mundo , ainda, mas existe para nós da banda , para nossos amigos e para a Freelight! A sinceridade do Luis sempre me assustou um pouco, porque eu pensava muito antes de mostrar uma música composta por mim para ele, imaginava ele dizendo; "Não vai dar certo, você não é boa o bastante, tem que estudar muito ainda para poder fazer algo decente", porém toda música que apresentei a ele foi recebida com incentivo e elogios, além de críticas construtivas e opiniões de quem realmente entende de música. Valeu Luis!!!!
Um grande OBRIGADO da Mari e da Lex!!!

Mais um dia de estúdio!!!

Mais um dia na Freelight trabalhando muito, bom quem mais trabalha é o Luis né, mas a gente assiste!!
Falando sério, essa tem sido uma experiência única na minha e tenho certeza de que na vida do povo da Lexterminatus também. Somos apenas crianças tentando seduzir a melodia do destino, transformar nossos sentimentos em inspiração. Eu particularmente, estou encantanda com todo o apoio e incentivo que estamos recebendo da nossa eternamente escola de música Freelight. Estamos todos muito gratos, se tudo der certo agradeceremos em público esse carinho todo que temos recebido.

22 de jul. de 2007

É sempre um prazer muito grande voltar a sentir os acordes tocando a alma, cada nota, cada tempo, cada intervalo sonhado, pensado, sentido e colocado em uma nova canção, uma nova paixão, pode ser que essas canções nunca cheguem a ser ouvidas por todos, por muitos, mas foram feitas com carinho, com amor, com inspiração. Um dia essas palavras cantadas, essas melodias criadas serão apenas a trilha sonora de uma vida.